03
Abr
13

criações

Entre outras, essas são algumas peças, de mobiliário de  minha autoria. Para quem gostou, aceito encomendas,  e os preços são bem acessíveis.  Dá para fazer diversas combinações  de cores,  materiais e  dimensões. Posso, dar  sugestões  de outras peças. Apesar de existirem peças super bacanas, já prontas, um móvel sob medida é sempre bem vindo e muitas vezes necessário.

A  mesa ‘T’ encaixa-se perfeitamente em salas de jantar e até escritórios. Neste caso, o   tampo é em   compensado de madeira certificada padrão freijó  no tom médio; acabamento das bordas laterais em lâmina de madeira padrão freijó, no tom médio; apoio posterior em compensado de madeira certificada, com acabamento em lâmina de madeira padrão freijó médio; apoio frontal em compensado de madeira certificada, com acabamento em laminado melamínico branco texturizado fosco, com opção de pintura laqueada. Os apoios são fixados em guias localizadas na parte inferior do tampo.   É possível fazer em outras dimensões.

Mesa T

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Banco AU

Peça  multi-função: revisteiro com mesa lateral, banco e aparador. Pode também ser usado como mesa de centro. Dá para fazer várias combinções de material e dimensões.  Esse é em compensado, de madeira certifcada, com acabamento em lâmina de madeira e aplicação de pastilhas de casca de coco.

Buffet Bar

Este buffet, concentra a função de bar, e aparador –  com gaveteiro, porta com prateleiras intermediárias .

Para que as garrafas possam manter-se em pé, foram feitos circulos com diâmetros diferentes, comportando vários tipos de garrafas. A gaveta  do bar, pode ser aberta sem susto, que as garrafas ficam à disposição sem cair, pois cada uma tem seu espaço.  Cabem 12 garafas.

A peça da foto foi revestida em lâmina de embúia padrão linheiro, com estrutura e gavetas em MDF. O suporte das garrafas foi revestido com o  mesmo material   da estrutura. Para o  bar no centro da peça, foi usado MDF pintado de branco com pintura “PU”.  A aplicação da lâmina de embúia padrão linheiro nas portas foi feita em sentidos diferentes , explorando a textura do material. Os puxadores estão embutidos na própria porta e gavetas.  Fixada à parede,   com parafusos e bucha.  É possível ter outras composições de cores  e lâminas de madeira.

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15
Mar
13

forma+função = ??????

O designer Léo Capote,  usufruindo do auxílio luxuoso de colheres,  martelos e outras traquitanas,  está com exposição na loja MICASA.

Velho conhecido,  tive contato com seu trabalho, na loja Baró+coletivo amor de madre,  e no  Salão de Design São Paulo, realizado na Oca, há uns três anos atrás, no Parque Ibirapuera em São Paulo.

Sem questionar  esteticamente, no mínimo, suas criações são bem curiosas e criativas.  As cadeiras “colher” e “martelo“,  com inusitadas informações,  que não deixam dúvidas sobre o nome das peças, mostram que um segundo olhar, pode encontrar outras funções para objetos fora do seu contexto.  Confesso que quando vi seu trabalho pela primeira vez,  só fui identificar que eram os tais objetos corriqueiros, quando cheguei bem perto  e mais, sentei e posso afirmar que sim,  ambas são extremamente confortáveis.

FORMA + FUNÇÃO = TALENTO. Equação fica totalmente balanceada.

Bololo-Pedreiro-Leo-Capote

leo_3

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https://i2.wp.com/inventoryobjects.com/files/gimgs/49_fruteira-p2.jpg

13
Mar
13

etéreas coberturas

Foi inaugurada recentemente a primeira obra do plano de revitalização da zona portuária do Rio de Janeiro. O Museu de Arte do Rio (MAR), requalificado pelos arquitetos do escritório Bernardes & Jacobsen, está instalado no Palacete Dom João VI – construído em 1916 e tombado no ano 2000 pelo Conselho Municipal de Proteção ao Patrimônio Cultural – , e no prédio de estilo modernista ao lado, onde funcionavam o Hospital da Polícia Civil e o terminal rodoviário Mariano Procópio.

A intersecção entre os dois prédios é feita por meio de duas passarelas translúcidas, e uma cobertura suspensa, que é marca do projeto. A estrutura fluida e leve da cobertura simula a ondulação da superfície da água. Com curvas desenhadas de maneira aleatória – e desníveis de até 1,5 m – a estrutura em concreto armado tem 66 m de comprimento e 25 m de largura, com espessura média de 15 centímetros.

De acordo com os arquitetos Paulo Jacobsen e Thiago Bernardes, o maior desafio foi unir construções de características distintas que já existiam. “Para cada construção analisamos diferentes níveis de tombamento e preservação”, afirmam.tenue4tenue5tenue6tenue8tenue9

Falando em cobertura invocada, Foster + Partners, projetaram o  Vieux Port Pavilion em  Marseille,  na França.

Um pavilhão  de exposições, aberto, que consiste em  uma simples estrutura de 46 x 22 m, cuja cobertura foi executada em aço inoxidável, com superfície extremamente reflexiva. Um espelho delgado, em grandes dimensões, ligando o porto de Marseille com a cidade. Isso fez com que  a área fosse devolvida  aos pedestres, que agora podem caminhar com segurança,  até a beira da água.

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07
Mar
13

intensivão revestir

Uma ou duas novidades, aparecem por ano na Feira Revestir,  onde são mostradas as últimas tendências em acabamentos na arquitetura.

Sim,  é legal dar um rolê por lá, além de ver algumas poucas novidades, encontrar colegas, fornecedores, ver como anda o mercado.

Embora o mercado esteja razoavelmente aquecido,   concordo que  é bem difícil para os fabricantes, colocarem no prazo de um ano, grandes novidades. Acabam surgindo coisas assinadas por Romero Brito, desculpe quem gosta, mas não é muito minha praia. Peruisses, como peças de porcelanato com pingos de ouro, com luzinhas e por aí vai. Variações sobre o mesmo tema.

Deu para perceber  que a feira está com bastante prestígio internacional, dada a quantidade de empresas italianas, alemãs, espanholas, francesas, que estão participando do evento

Como as novidades não são muitas, vai aí um “intensivão,  para quem não puder ou não quiser ir a tal Fashion week da arquitetura, sem esquecer que os modismos e tendências, muitas vezes são legais,  cumprem seu papel, mas também  são passageiros e marcam época comprometendo, em alguns casos,  o projeto.  Bom senso sempre!

Como profissionais, temos que estar conectados com as novidades, sempre bem vindas e necessárias, porém, é bom ficar esperto que  como na   moda, os clássicos jamais erram.

Less is more, não é mesmo, mestre Mies Van der Rohe?  Obrigado pelos ensinamentos.

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06
Mar
13

eu uso óculos

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Cada um enxerga o mundo de uma maneira diferente,  mas por pura comodidade, levamos para frente a história  de que todos enxergam a mesma coisa.

Lá no fundo,  sempre rola  a seguinte  dúvida:  será que o caboclo  aí ao meu lado, enxerga uma árvore do mesmo modo que eu?  Aparentemente sim.  Pois então, experimente colocar dez pessoas sentadas na frente de uma  e pedir para desenha-la.   Dez desenhos absolutamente diferentes, surgirão.

No final dos 70’s, Carlos Castaneda, propunha,  entre meia dúzia de questões,  “viajandão”  no livro –   “Uma estranha realidade “,  a seguinte baforada aos discípulos do índio mexicano, Don Juan:  Qual  a diferença entre  – ver e enxergar?  

É óbvio que o enfoque era absolutamente esotérico, baseado em conhecimento de outras realidades, através de  viagens à base de ervas alucinógenas.   Quem quisesse ser moderno à época,  não tinha outra alternativa a não ser  embrenhar-se em suas paginas lisérgicas, discutindo o tema à exaustão. Tudo para chegar a simples conclusão  de que sempre existe um outro olhar para tudo, um olhar além, inclusive com  informações transcendentais,  dependendo da veneta do observador ou  da intensidade do farol de cada um.  Outras convicções… outras crenças.

Mas que um bom  par de óculos, nos faz enxergar a vida melhor,  já não tenho a menor dúvida.  Com o passar do tempo, nosso   fiel escudeiro torna-se  um apêndice indispensável,   resultante de estranhas mutações oculares .  Sem eles, somos capazes de sair por aí lendo livros de ponta cabeça. Vexame…  Quando assumem a função de peças de design, valorizam o rosto,  imprimem estilo e  ainda nos conduzem com  elegância em  todos os lugares por onde circulamos.   Luxo total.

Os escuros?  Bem,  esses são um assunto à parte.   Deixo de pagar uma conta, mas não esqueço os meus. Com chuva, sol,  frio, e porque não dizer à noite, sempre estou com eles – os indefectíveis óculos escuros.

Os de grau,  comecei a usa-los depois de muitos e  muitos anos de estrada.  Confesso que não achei muita graça,  mas como  passaram a ser as mãos que me guiam  por esse velho mundão, não tive outro jeito, senão sucumbir a eles. Quando os esqueço, fico à deriva. Um zumbi.

Óculos no rosto são  capazes de imprimir outra identidade. Quem não tem o desejo de se disfarçar, virar outra pessoa?  Mudar,  ficar mais atraente? Clark Kent,  já fazia isso na maior cara de pau.  Crescemos achando que ele e super homem, definitivamente não fossem a mesma pessoa. Um simples par de óculos era o responsável pela dupla identidade. Sempre embarquei nessa viagem?

Óculos bacanas, que ficam bem em nossos rostos,  fazem, não só  com que enxerguemos o mundo corretamente, mas também com que  os outros nos vejam melhor.

Se Fernando Pessoa  e sua trupe de heterônimos, vivessem hoje, fico imaginando que disputariam  à tapa com  Elton John, as últimas novidades.

Talvez por falta de  entregar-se  ao amigo,  pessoas passam pela vida vendo uma coisa e enxergando outra.

Sem querer,  o nosso  bom e velho Castaneda,  tinha razão:   enxergar ou ver,   que seja com  os olhos da alma.

As meninas, nossas eternas pupilas  dançam e  agradecem felizes no palco do nosso olhar, preservadas pela tênue lente de um belo par de óculos que as deixam ainda mais lindas. A  paisagem fica menos embaçada e  pode nos resgatar de  uma inconveniente  ilusão de ótica,  seja física ou espiritual.

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28
Fev
13

paraísos artificiais

 

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Imagina se um camponês do início do século, se deparasse com uma paisagem dessas.  Apocalipse ou juízo final, no mínimo.

Cada coisa a seu tempo, claro.  Mas se   hoje ainda  é meio estranho você estar em um  prédio de nove andares,  cuja sala de reuniões  tem como vista uma plantação de laranjas, no mesmo pavimento, ou para entrar num auditório, ter que atravessar –  como saguão –  um lindo campo de flores,  imagine naquela época?

Coisas de um futuro distante, filme de ficção? Não! Trata-se do edifício batizado de  Urban Farm,  no centro de Tóquio, projetado pelo estúdio Kono Design, que tem árvores de maracujá e  limão,  como divisórias dos locais de trabalho.

Se você ainda  tiver a sorte, de poder exercer seus talentos profissionais, na tal quitanda vertical, poderá sair,  no final do expediente, ostentando um bom saco de feijão colhido diretamente ao lado de sua “escrivaninha”.

Que o espaço está ficando reduzido nos grandes centros,  isso já virou lugar comum, não há outra alternativa a não ser crescer na vertical – os tais  “paraísos artificiais“. Espero, sinceramente,  que este tipo de edificação, embora bastante interessante inserido num certo contexto, não acabe se tornando uma regra no futuro. Espero também, que o planeta não acabe sendo um enorme edifício com jardins suspensos.

Sei que o ser humano é dotado de uma  capacidade de adaptação incrível,  dizem, inclusive, que ele é  o resultado do meio em que vive.   Pode ser que  daqui há algum tempo,  conviver com essas maravilhas contemporâneas seja lugar comum.   Imagino-me saindo de um elevador  junto com meus netos e vendo -os correr em disparada, no centésimo oitavo andar de um prédio no centro da metrópole em direção a uma praia particular que toma todo o pavimento. Aí sim posso me considerar um home  do futuro.

Sem dúvida,  causa um certo impacto, essa aparente incoerência entre as paisagens – prédios, concreto e natureza .  Que venham os prédios inteligentes, auto suficientes, com elevadores panorâmicos, ecologicamente corretos com imensos campos floridos e árvores frondosas nas alturas,  cafés  e restaurantes charmosos nas coberturas, mas continuo achando que nada substituí o cheiro de terra molhada, a paisagem das montanhas  a liberdade de andar descalço na areia, ou a sensação de receber a luz do sol vinda do próprio astro. Que uma paisagem, não exclua a outra e que ambas possam conviver em harmonia.

A falta de espaço, enquanto provocadora da mudança de suporte da natureza que, sai do chão e vai para as alturas,  já é uma realidade, haja vista o exemplo deste edifício,  ou outros com praças,  jardins, piscinas, pistas de corrida,  a metros e metros do chão.  

Talvez tenha ido um pouco longe, só para concluir que,  no prédio em questão, me agrada mais a fachada externa, do que a paisagem interior,  com todo esse apelo telúrico.

Como já disseram os dinossauros do alto dos paleolíticos anos 80:  “As flores de plástico não morrem” , mas também não tem perfume. Ou será que agora já  tem?

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  (Foto: funcionários do Grupo Pasona)

13
Fev
13

luz na taça

Completamente dentro do conceito de reciclagem, criada pelo designer Tat Chao , com estudio em Montreal, a Luminária Bipolar, faz parte da coleção IN VITRO, um tributo ao ecletismo  e a beleza do vidro.

O vidro reciclado, é proveniente de  doações de lojas,  produtos de segunda mão, ou com defeitos que não são comercializados.

Segundo o designer essas peças surgem do “renascimento do rejeitado, cujo estilo poderia ser chamado de danificado “.  As peças, especialmente a Bipolar,  são feitas de taças, de vinho ou champagne,  iluminadas com lâmpadas de led, sem o pedestal, unidas por uma abraçadeira de metal.

Gostei do conceito, e iria mais longe:   ao invés de “som na caixa, eu diria luz na taça“.

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autor/proposta

josé luiz leone, arquiteto/designer ARQBAR = BAR : balcão+serviço rápido+amigos+ camaradagem+bate papo+ descontração+ circulação de informações+pessoas+ aprendizado+relacionamentos +parcerias+divulgação de trabalhos+ cumplicidade+novidade+ informação+arte+arquitetura+design

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