Archive for the 'comportamento' Category

11
Dez
12

niemeyer

Do homem, da obra, tudo já foi dito, tudo já é conhecido. O que fica?  Apenas a síntese :                                                                  …o homem que sabia demais….

copan

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08
Ago
12

arquitetura da destruição ou uma árvore por testemunha ?

DEFINITIVAMENTE, não reconheço a minha cidade.

Dizem que São Paulo é feia, poluída e blá blá blá blá.  Narciso acha feio o que não é espelho, mas é aqui que nasci, cresci e tomei tenência na vida.  São Paulo, não tem carinha de menina, mas tenho muito carinho por ela.  São Paulo, é bailarina de todas as danças . Como a mais interessante das mulheres, vai se mostrando aos poucos.  Seduz vagarosamente. Quem for esperto, sucumbe aos seus encantos.

Não tem como passar batido, na frente de mais uma obra destruída. Desta vez a vítima, foi o arquiteto Paulo Mendes da Rocha, uma das mais completas traduções da arquitetura de Sampa.   Entre outras aberrações,  encapsularam com painéis metálicos, tirando toda a força do antigo prédio  da loja FORMA,  projeto bacanérrimo na av.  cidade jardim, aliás, uma das mais charmosas de São Paulo, que diga-se, também foi destruída. Desculpe mestre Paulo, o sr. não merecia isso. Nós não merecíamos isso.

O  bairro que morei na infância, não existe mais do jeito que o conhecia. Ok, a  cidade é um organismo vivo em constante transformação, porém tenho a impressão, que está sendo redesenhada com linhas equivocadas.  Verticaliza e adensa na velocidade da luz.  A verticalização é necessária  nas grandes cidades, desde que essa transformação obedeça aos  mínimos  critérios  de urbanização, e nunca perca de vista, a peça chave deste tabuleiro – o ser humano.  Por ali,  ruas transformaram-se em estacionamento.  As casas,  em  prédios enormes com faces de Frankenstein. Isso elevou a densidade populacional à estratosfera.  Em terrenos com casas onde moravam cinco ou seis pessoas, hoje mora um contingente pesado,  acotovelando-se  em andares de condomínios em  “estilo mediterrâneo”.  

Barzinhos e prédios residências disputam, numa batalha feroz,  o mesmo palmo de espaço.  Lei de zoneamento? Onde mesmo é que já ouvi falar desse “trem”?  Isso é o que restou do bairro onde  nasci e morei por um bom tempo da minha vida.

O resultado de   empreendimentos que  na maioria das vezes,  só visam lucro,  acaba desabando nas costas de quem ainda quer morar na cidade.   Não levam  em conta, estudos prévios de impacto ambiental  e condições de habitabilidade.   Isso, sem falar na falta de  praças, transporte e outros  equipamentos de lazer, bolsões de estacionamento, aspectos de extrema importância quando se fala em qualidade de vida.

Por  questões  circunstâncias,  tive que voltar  ao tal bairro. Um   domingo. Outubro, época de eleição para a escolha de  um  prefeito para a cidade  em cujo local,  ainda funciona uma escola de freiras com projeto de Rino Levi, em frente  a minha antiga  casa.

Isso desencadeou um flashback, que me fez descer sem medo as corredeiras que  levam ao meu  passado.

Como dizia  Jung, coincidências não existem. Usei toda a minha munição de interrogações, e a única resposta que obtive, foi um convite a viagem.  Entreguei-me como um zumbi,  montei num imenso dinossauro e deixe-me abduzir pelo acaso.

Porque deveria estar ali naquela hora, naquele dia? Serei eu  Nacional Kid, ou um dos três patetas?

Atravessei a rua e num transe hipnótico,  abri um alçapão  que havia deixada fechado há anos naquela calçada.

Com certeza, as respostas de todas as minhas dúvidas, medos, incertezas, aspirações, estavam escritas com letras inseguras nos cadernos de caligrafia que eu abandonara por ali .

De tudo, só restou uma simples árvore, que  encarregou-se  de fazer a conexão. O rito de passagem. A árvore  é a testemunha  da exata localização da  casa – hoje  um muro branco – com portões imensos, cheios de seguranças de um  prédio,  de “alto padrão” que foi erguido em seu lugar.

Abre-se uma enorme holografia . No lugar do muro alto e branco,  cola na minha retina a casa térrea de muro baixo, pedras vermelhas e jardim bem aparado. Uma tarde fria de julho.  Fria mesmo, sem licença poética. Eu, ainda um garoto,  estava sentado à porta quando vi  um funcionário da prefeitura plantando árvores nas calçadas.  Por uma questão de organização, essas árvores seriam plantadas em frente às casas, uma sim, outra não. Desesperado, constatei que minha casa estaria fora e pedi ao funcionário se poderia plantar uma ali.  Ele não só me atendeu,  como  de quebra ainda me convidou para ajudá-lo a plantar.

Entrei correndo e com o coração saindo pela boca, revelei a novidade a minha mãe.  Sabia que isso a deixaria extremamente feliz.  Talvez por isso, até hoje,  os dias frios e sem sol,  me causam uma sensação meio estranha, um misto de melancolia e força.

Nas asas de  Nacional Kid, ficava imaginando poder sobrevoar sua copa, e ver a cidade sobre seus galhos.

Por muito tempo, me senti responsável por aquela joia, aquele presente inestimável.  Plantar uma árvore para um garoto de cidade, equivalia  a  um encontro com o divino.  Achava-me importante,   se eu não estivesse ali naquela hora, com certeza ela não seria plantada ali.

Os anos se passaram, e eu cresci.  Levianamente a esqueci completamente. Tornou-se invisível,  incorporou-se a paisagem, tomando um destino incerto.  Outras questões já me atraiam.

Hoje entendo como foi generosa. Durante anos de esquecimento, resignada, ela guardou essa história para me presentear, talvez boba e piegas para alguns, mas com certeza tatuada no meu DNA.

Continua lá, frondosa!  Bela e viva, como minha mãe, naquela tarde fria, em que contei a ela a novidade. Talvez como esteja ela  hoje, no lugar onde estiver.

A casa já se foi há anos, mas  “minha árvore ”  permanece  lá para quem quiser aprecia-la,  indicando  o marco zero  da minha vida. Fiel,  fincada como uma âncora,  atenta como uma esfinge, guardando um templo que só nós sabemos que existiu.

Realizei ali, um  rito de passagem.  Depois desse encontro, nada foi como antes. Uma fenda me levou para um lugar, que está vivo, numa outra dimensão da minha vida. Entendi finalmente que sou o senhor do meu tempo, transito por ele, como achar melhor.

Será que voltarei lá novamente? Certamente aquela árvore tinha algo a me revelar, talvez aquilo que eu já nem me lembrava mais: a certeza de que um menino que um dia viveu em mim, continua sempre ao meu lado…Que sabe tudo! Que me protege e me puxa para a frente.

Infelizmente, pude constatar que foi uma das poucas que restaram na rua e resistiu ao tempo. As outras? Foram cortadas ou simplesmente não vingaram.  Arrisco um palpite:  talvez não tivessem nada a dizer a  ninguém.

Obtive a confirmação, de que aquela árvore continua sendo especial, para mim. Apesar de estarmos absolutamente distantes,  sei também,  o que devo representar para ela. Quanta generosidade!  Quanto tempo esperou para me chamar ali, e me agradecer? Encontramo-nos e nos agradecemos!

Dizem que temos algo a fazer nesta vida, um caminho a trilhar:   uma árvore, os filhos,  um livro, …

Será que essa é a  ordem correta das coisas?

Será que completarei  a tal trilogia? .  Se isso for verdade:  o  livro completa o ciclo. Esse porém,  só o menino poderá escrever.

Qual a real importância desses acontecimentos?

Será que  isso interessa a alguém a não ser a mim e a minha grande amiga?

Será que o tal  homem que  plantava árvores,  ainda vive?

Se viver, será que ele se lembra de mim? Será que  ele  sabe o impacto que isso teve sobre minha vida?   Certamente  sim… Lembra do Jung : coincidências não existem…menino!

Talvez essa viagem, teve uma razão, aliás, como tudo na vida.    Preparou-me  para responder a minha mais íntima questão existêncial: Quem sou eu?  Acho  que já   posso arriscar e voltar ao começo de tudo:

-SIM,  EU SOU  NACIONAL KID!…  essa, é  a  única  certeza que tenho na vida.

O resto? … Só uma série interminável de perguntas que continuarão fazendo parte de uma  infindável lista !

15
Abr
11

babel

Fachada do teatro Club Noir

A eternamente emblemática   Rua Augusta, vem se reinventando, após um longo período de ostracismo e decadência.  Uma fauna nada convencional tem sido responsável por essa transformação.

Ali a deselegância nada discreta de meninos e meninas de classe média alta, antenados  e com acesso a informação, convive em absoluta harmonia com travestis turbinados, casais moderninhos de meia idade, vigaristas aposentados, marreteiros, starlets de strip-tease e evangélicos desiludidos. Hare Krishnas incensando gostosonas de segunda, que  desfilam seus figurinos duvidosos entre, casas de artigos para  umbanda, açougues, cabeleireiros mequetrefes, teatros, restaurantes meia boca, inferninhos com luz vermelha, lojas de roupas ordinárias, e perucas coloridas. Um verdadeiro melting pot tupiniquim.  Tempos Modernos, Blad Runner,  Metropolis?  Arriscaria dizer que é a nova cara de São Paulo – com um pé no caus. e outro na modernidade !

Este cenário multifacetado, além de ser palco para  essa tipologia bastante diversificada,  tem sido também celeiro de espaços alternativos que se  impõe por meio de uma arquitetura despretensiosa e  despojada,  mas cheia de personalidade e vigor. Galerias com bala na agulha, catapultando novos talentos que vão sacudir a cena artística da cidade, escolas multidisciplinares,  funcionando como laboratórios de experimentações, pipocam aqui e ali.

Um exemplo disso, é o Club Noir, encomendado pelos integrantes da companhia teatral que dá nome ao espaço aos arquitetos Lucas Fehr e Mário Figueroa, do Estúdio América. Um grupo de jovens atores em busca de uma sede: esse é o início do enredo que, desenvolvido com o aporte de recursos municipais de fomento à cultura, resultou na obra do pequeno teatro , localizado no início da Rua Augusta, região central de São Paulo.

O teatro, com pouco menos de 300 metros quadrados de área, foi implantado num antigo galpão com planta retangular. O programa é composto de café, livraria, escritórios e uma área com maiores dimensões para o conjunto palco/platéia. De configuração flexível – “tudo poderia ser palco, tudo poderia ser platéia”, comenta Fehr -.

Quando tenho tempo, gosto muito de transitar por esse lado B da Rua Augusta, um lugar pulsante e cheio de informação. Passa lá também!

Balcão envidraçado

Escada leva ao mezanino Área dos sanitários

04
Fev
11

quando me sinto mais feliz?

Quando a mesa da sala se transforma no palco de tudo – almoço, jantar, ceia de natal. Discussões acaloradas, lição de casa, bate papo. Bancada de trabalho. Desenhos sem compromisso. Altar para rezar. Local para pensamentos desconexos, escrever palavras à esmo. Servir de  apoio para coisas absolutamente triviais. Simplesmente estar ali sem motivo. Apoiar os cotovelos e segurar a cabeça quando está cheia de problemas, ouvir e contar histórias.  Falar sozinho. Comer coisas gostosas, tomar decisões importantes,  outras nem tanto. Sentar,  abrir um vinho  e  ver o tempo passar, observando a transformação dos meninos…Êta vida…!

21
Nov
10

os grandes toques de laurie

Dizem que  morremos tres vezes:

A primeira – quando para o coração;

A segunda –  quando somos enterrados ou cremados;

A terceira –  quando dizem nosso nome pela última vez!

Laurie Anderson

Passei uma tarde surpreendente e agradável, ouvindo, músicas, barulhos e  histórias de Laurie Anderson, no CCBB ( Centro Cultural Banco do Brasil). Literalmente sentindo em meu corpo, a ressonância do seu recado.

Multimídia, vanguarda? Performer? Nada disso, sua vida não cabe em nenhuma dessas caixas. Laurie  Anderson, criou uma categoria para si mesma. Uma categoria definível como um permanente estado de mutação. Sua arte se transforma em diferentes mídias, com a suavidade com que muda o tom ou o modo de ajeitar seus cabelos, arrepiados,  cheios de personalidade. Antes de qualquer definição, Laurie é uma contadora de histórias.

Durante um tempo, não ouvi falar muito sobre ela. Sinceramente, achei que havia virado estátua da “vanguarda” dos 80’s.  Ledo engano. Estava sintonizando suas antenas direcionadas para a transitoriedade.

Saí de lá com a sensação de que as histórias, são as coisas mais permanentes que possuímos…Nos confundimos com nossas histórias. Verdadeiras ou não. Tudo que passa por nós se transforma em histórias. Incorporamos coisas que nem aconteceram, ou será que aconteceram? Isso já nem importa mais. O resto é história.

Senti que Laurie teve uma função nesta tarde:  me embalar na transitoriedade permanente, destinado a nunca chegar, permanecer sempre em deslocamento. Estar vivo. Reiventar minha própria história.  Recomendo

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22
Jun
10

as imagens que guardei para mim

Quando só existiam na cidade de São Paulo, apenas duas escolas de arquitetura,   um cursinho pré vestibular, era o responsável, não só, por dividir os futuros arquitetos, entre essas  faculdades, mas também por  mostrar que havia vida inteligente no  famigerado  e medíocre mundo do  vestibular. Chamava-se Universitário, e tinha uma filosofia de ensino diferente dos cursos  destinados a esse fim.  Rolava por ali, uma certa vanguarda,  uma informação extra curricular, para quem se interessasse. Quem optasse por  arquitetura, tinha   aulas de desenho – linguagem arquitetônica –  com uma dupla,  cujos  artistas que naquela época estavam começando a despontar como feras das artes plásticas,  mas já deixavam bem claro à que vinham – Carlos Fajardo e Luiz Paulo Baravelli. Tive ali toques, que até hoje guardo no meu baú de vivências.

As aulas de literatura, não se restringiam apenas aos parcos resumos de “Iracemas, Cortiços, Paulicéias” e afins,  mas jogavam luz também sobre  um certo Fernando Pessoa e sua trupe de heterônimos, que passavam longe do vestibular.  Edgar Allan Poe, a geração beat, Jack Kerouack … Enfim um cardápio com itens variadíssimos.

O Universitário localizava-se no  Bixiga, numa   época em que o bairro mais parecia um reduto da velha Itália,  pré febre boemia que assolou e descaracterizou  o local no começo dos  anos 1980.

Eu e meus amigos  serpenteávamos por suas  ruas estreitas e vielas, desviando de lençóis pendurados nas fachadas das casas caiadas,  embalados pelo som de conversas das matronas debruçadas nas janelas. Torcíamos   para encontrar com a italiana gorda, que se integrava à nossa comitiva,  nos acompanhando com um simpático cesto, que equilibrava na cabeça, transbordando de flores  para vender.   Os “carcamanos ” e seus antiquários cheios de personalidade, eram o cenário perfeito para fugirmos de uma ou outra aula que julgávamos desnecessárias para nossa futura profissão. Lá ouvíamos as histórias sobre as   peças e objetos maravilhosos que tinham para vender,   e também,  com um pouco de sorte,  e  dependendo da inspiração do seu Federico, podíamos ser contemplados com uma performance para lá  de anárquica de uma “canzonetta napolitana“. Aí era demais!                                                                                                        A efervescência do teatro Ruth Escobar, que realizava um festival com  espetáculos absolutamente imperdíveis, não deixava pedra sobre pedra trazendo grupos de vários países,  o que fatalmente culminava em encontros e bate papos com artistas, que vinham ali para se apresentar. Um verdadeiro desfile de estrelas.  Muita coisa acontecia nas escadarias ao lado do teatro, e que anos mais tarde, guardando as devidas proporções,  pude estabelecer uma certa  semelhança  com “Piazza di Spagna“. Roma era ali e eu nem sabia!

Saudosismos, e pieguices, à parte,  outro dia passando pela região, me deparei com, ” um   outro lugar”. O Universitário, não existe mais. As cantinas, bem…algumas viraram fast food.  O cineclube dispensou  os serviços de Godard,  Truffaut e Antonioni , cerrando suas portas para sempre. As matronas, se calaram. Suas janelas se fecharam… Sem que eu pudesse evitar, um turbilhão de perguntas começou a me acuar , e sufocar minha garganta:   Por onde andarão os meus amigos?…E o   seu  Federico, suas antiguidades e canzionettas,?… a italiana gorda que vendia flores? …As matronas!…  E a  efervescência do Ruth Escobar, porque acabou?  Será que aquelas figuras   ainda vivem? Se viverem, será  que tem consciência do impacto que causaram em minha vida?  Esse flash back aconteceu em menos de um minuto, mas  para mim, teve uns trinta e tantos de duração!

Essas perguntas, tenho a impressão que nunca vão ser respondidas. Acho que vou ter que me contentar apenas com a lembrança das imagens que guardei para mim!

obra de Luiz Paulo Baravelli

obra de Carlos Fajardo

Piazza di Spagna- Roma – Itália                                                                         as matronas na janela

Praça Don Orione  Bixiga-  São Paulo- Brasil

16
Nov
09

osgemeos

Quer abrir uma porta secreta e ser arremessado sem escalas para um universo absolutamente onírico,  lúdico e fantástico?  Vá la na Faap ver esses irmãos,  com histórias cotidianas para contar, cheias de poesia, misturando harmoniosamente, realismo e ficção.  Ali, não existe criança ou adulto, todos parecem estar hipnotizados por uma força estranha. Uma força do bem.

Quando coloco um novo post, costumo classificar por arte, arquitetura, design, comportamento, interiores. Confesso que essa exposição para mim é  simplesmente INCLASSIFICÁVEL! É uma mescla de tudo.

Se puder desprender seus olhos das obras por alguns instantes, e voltar a realidade,  preste atenção principalmente no semblante dos adultos….

Ao chegar  pare diante da entrada, concentre-se   como se fosse entrar num templo.   Repasse a letra de Lucy In The Sky With Diamonds silenciosamente como   uma oração,  permita-se levar pela viagem, porque pode acreditar, ao sair,  nada será como antes.




autor/proposta

josé luiz leone, arquiteto/designer ARQBAR = BAR : balcão+serviço rápido+amigos+ camaradagem+bate papo+ descontração+ circulação de informações+pessoas+ aprendizado+relacionamentos +parcerias+divulgação de trabalhos+ cumplicidade+novidade+ informação+arte+arquitetura+design

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