Archive Page 2

30
Jan
13

vetores

Uma flecha  apontada para a esfera circunstancial.

Me leva a algum lugar?

Sim, trouxe-me até aqui.

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03
Jan
13

quem?

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Ao contrário do que dizem por aí, o grafite, não é a mais baixa forma de arte. Embora seja necessário mentir para a mãe e se esgueirar pela noite, grafitar é, na verdade, uma das mais honestas formas de arte disponíveis. Não existe elitismo ou badalação, o grafite fica exposto nos melhores muros  que a cidade tem a oferecer e ninguém fica de fora por causa do preço do ingresso“. Banksy_7

Um muro, sempre foi o melhor lugar para divulgar meu trabalho“.

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As pessoas que mandam na cidades, não entendem o grafite, porque acham que nada tem o direito de existir, se não gerar lucro, o que torna a opinião delas desprezível“.

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Essas pessoas dizem que o grafite assusta o público e é um símbolo do declínio da sociedade…”banksy5jpg

…”O perigo,  porém, só existe na cabeça de três tipos de indivíduos:  políticos, publicitários e grafiteiros“.

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Quem realmente desfigura nossas cidades, são as empresas que rabiscam anúncios gigantes em prédios e ônibus, tentando fazer com que nos sintamos inadequados, se não compramos seus produtos. Elas acreditam ter o direito de gritar sua mensagem na cara de todo mundo, em qualquer superfície disponível sem que ninguém tenha o direito de resposta…

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“Bem, elas começaram a briga e a parede é a arma escolhida para revidar“.  Banksy

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bruno

14
Dez
12

um “canto” para chamar de seu

Quando o guerreiro volta exausto das batalhas, quando o caçador retorna exaurido da floresta, ou quando  nós, simples mortais  regressamos das arenas urbanas, precisamos de uma despressurização  rápida, e  um porto seguro para clarear  as idéias. Um lugar tranquilo para apertar o botão  “fast rewind”  e  ouvir as “fitas gravadas” nos arquivos abarrotadas  de informações, na maioria das vezes  absolutamente dispensáveis,   que vagam  no interior caótico de  nossas pobres e  cansadas cabeças falantes. Muito raramente algo merece realmente ser arquivado.

Relaxar, meditar, ler, viajar, ouvir música, ou simplesmente silenciar.  Todo  mundo tem  seu “canto”   em  casa,  seja na garagem,  no sotão,  no porão ou no quarto de despejo. Seja  onde  for ele estará  sempre pronto a nos acolher,  ainda se for só  para olhar para a parede mais próxima, abrir uma imensa tela imaginária,  e  sair pelo mundo.

Flávio Motta,  certa vez, num “encontro com homens notáveis da arquitetura”  lindamente discorria e filosofava sobre o “canto”.   Não  sobre  o canto musical, mas um outro  canto,  o encontro da quina das paredes onde podemos nos aninhar, nos encontrar. Fazer o canto cantar!

Tenho o meu  lugar que funciona   como um rito de passagem,  o meu “canto”.  Ali já me encontrei com todas as figuras que fizeram minha cabeça, e com as quais eu gostaria de ter convivido:  de John Lennon a Mahatma  Gandhi  de Mies Van der Rohe a Cacilda Becker de Woody Allen  a Mayakovisk, de Leonardo da Vinci a Federico Fellini de Anita Malfatti a Fernando Pessoa  e sua trupe  de heterônimos.  Posso dizer, que graças ao meu “canto”  sou íntimo de todos . Ali já vivi as mais transgressoras e alucinantes  experiências, encarnei os maiores personagens da história, resolvi num piscar de olhos,  todos os problemas do mundo.  Já perdoei, já pedi perdão, já encontrei algumas respostas, outras nem cheguei perto.  Construí todos os castelos que pude. Fui o  ator dos   filmes que vi.  No meu “canto”,  abasteço meu liquidificador de idéias.  Me abasteço de mim! Renasço a cada dia!   …me preparo para o mundo. E você?

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11
Dez
12

niemeyer

Do homem, da obra, tudo já foi dito, tudo já é conhecido. O que fica?  Apenas a síntese :                                                                  …o homem que sabia demais….

copan

23
Nov
12

vai levar ou quer que embrulha?

Amigos arquitetos e   profissionais liberais de outras áreas –  como   a função deste blog, além de por a cara para bater, é também conferir um pouco de utilidade pública,  compartilho  com vocês, uma carta que me vi na obrigação de  enviar para  um  cliente, explicando, pasmém, o porquê da cobrança de honorários na proposta comercial, ao invés de primeiramente, fornecer um lay out, obviamente grátis,  para posteriormente ele avaliar se aceitava ou não a proposta. Como sei que colegas, mutas vezes,  passam pelo mesmo problema, segue abaixo, a mensagem.  

Já disse certa vez, numa outra postagem,   que as pessoas que consomem o nosso trabalho, dividem-se em clientes e fregueses. Clientes, são bacanas, confiam, dividem e porque não dizer também ensinam. Já os fregueses…bem…  

 Caro Sr.

Entendo sua preocupação.  Uma simples proposta contendo valores, é muito incipiente para traduzir o significado de um projeto e o que este irá representar em sua vida.  Porém “infelizmente” é a única maneira  que tenho para iniciar nosso contato profissional.

Como o sr.  diz no seu e-mail, nunca  trabalhou com profissionais de arquitetura.  A partir disso, deixo aqui, algumas colocações:

A função de um  bom projeto, bem como a presença de arquitetos  no acompanhamento dos trabalhos além de assessorar o cliente, entre muitas outras coisas,  é minimizar os custos de obra.

Baseado em minha experiência profissional,  tenho consciência  de que ao iniciar um processo de projeto e obra de arquitetura, estou lidando com sonhos, emoções,  expectativas e também, talvez o mais  importante, as economias. Para nós arquitetos, o resultado deste trabalho, só terá sucesso, quando chegar bem próximo do  sonho do cliente   e melhor ainda, superar suas expectativas.

Quando estabelecemos tal vínculo,  fica claro que ambos- arquiteto e cliente –  terão direitos e deveres. Nosso dever, com certeza, será estar ao seu lado sempre quando precisar, no que diz respeito a projeto e obra.

Passaremos bastante tempo discutindo soluções, apontando caminhos,  jogando luz sobre nossas afinidades, e tentando minimizar nossas   divergências! Muitos desenhos e croquis passarão por essas águas.  Serão selecionados e apresentados,  materiais, técnicas de trabalho e alternativas que julgo adequarem-se ao seu perfil. Por outro lado, não faz parte dos meus princípios profissionais impor nada ao cliente, mesmo porque quem vai ocupar o espaço, é o próprio. Podemos chegar a um denominador comum, sempre apontando prós e contras, porém o resultado final, é sempre a tradução das suas aspirações . Isto é que norteia o meu trabalho. É assim que enxergo arquitetura.

A boa arquitetura, se faz com muita conversa, criatividade, inventividade, inspiração e muita, mas muita transpiração. Ambos os lados precisam se conhecer .

Projeto é um aspecto do trabalho. É sonho.  Obra, é um outro lado da moeda. É concreto. Ela é feita de barulhos e silêncios. Haverão momentos em que parece que nada está acontecendo. Tudo fica parado. Na espera. Em outros, o barulho é quase amedrontador, parece que ela, a obra,  vai se voltar contra a gente. Cabe a nós profissionais, sermos os maestros dessa orquestra equalizando barulhos e silêncios, com harmonia.

Muitas vezes o cliente não tem a exata noção do que são as nuances de uma obra. Seja ela de pequeno, médio ou grande porte. A medida que ela vai se aproximando do final, mais complexa vai ficando, detalhes vão surgindo. Queira-se ou não,  são esses detalhes que responderão por todo o sucesso do trabalho. Desde o primeiro encontro – o  rabisco inicial – até o dia em que tudo estiver concluído. Uma obra mal acabada, faz todo o esforço de um ótimo trabalho, vir por água a baixo. Afinal DEUS está nos detalhes.

Mandei um portfólio, que dá uma  pequena noção do meu  trabalho, mas sei que isso não é tudo, cada caso é um caso e sempre novas soluções aparecem . Posso dizer, que os primeiros desenhos, serão a base sólida,  de todo o trabalho que virá pela frente .

Levando isto tudo em consideração, posso  dizer que um simples lay out junto com uma proposta comercial, sem nenhum vinculo profissional, seria muito pouco para avaliar até onde o trabalho pode chegar. Mesmo porque a sua expectativa estaria focada somente em um único e primeiro estudo. Nem sempre acerta-se na primeira tentativa, precisa-se de  muita transpiração, como já disse,  muitos desenhos. Um trabalho sem remuneração, não estimula o profissional.

Segundo a proposta   financeira que  enviei ao sr. está escrito o seguinte : Estudo –  “As áreas estarão planejadas e indicadas em planta. As soluções serão discutidas, até que as alternativas propostas agradem ao cliente e se adéquem às suas necessidades. Para isso, serão apresentados tantos estudos quantos forem necessários, até a aprovação final”. Sinceramente, não conseguiria  propor ao sr.  isso, sem nenhum tipo de remuneração.

Desculpe se me alonguei um pouco, mas prefiro ser bem transparente caso venhamos a trabalhar juntos.  Se isso acontecer, fico feliz. Espero que como até agora  tem sido quase que uma regra em minha trajetória, o cliente  se vai com o final dos trabalhos, mas em compensação fica mais um amigo.

Estou a sua disposição para qualquer esclarecimento.

Um grande abraço.

 

08
Nov
12

interiores sofisticados

Ippolito Fleitz Group projeto  do espaço de exposição para a Brunner alemã fabricante de móveis – Milão 2012

A-cero projeto para loja de sapatos Camper – Granada, Espanha.

Tianxi Oriental Club, localizado em Huizhou, China. Projeto do designer chinês   Feng Yu

Mancini Design  Mocha Mojo  Chennai, India.

Sebastian Marsical Studio  Pio Pio Restaurante  New York.

10
Out
12

sim, você sempre pode contar com um arquiteto

Executivos imersos em reuniões, profissionais liberais sem tempo para respirar. Donas de casa em trânsito, perdidas entre a saída de um filho do colégio, e a aula de natação de outro prestes a começar. Socialites com hora marcada no cabeleireiro e atrasadas para academia. Jovens bem sucedidos com bala na agulha para fazer grandes negócios, mas paciência zero para encontrar o imóvel dos seus sonhos.

Este tem sido um  cenário bastante presente no universo imobiliário, no qual,  pessoas a procura de um imóvel, mas  sem  traquejo para avaliar as suas reais condições, lançam-se na árdua tarefa de encontrar o tal lugar para morar,  e quem sabe,  reformar deixando-o do jeito que imaginou. Uns morrem na praia, desistem… Outros, desolados, seguram o primeiro abacaxi que lhes cai em mãos, sem saber depois como descasca-lo.  Nem sempre, um mercado abarrotado de ofertas, tem a objetividade em apresentar o imóvel ideal que esteja em sintonia com  as reais necessidades de quem está procurando.

A atuação do arquiteto   pode ser muito bem vinda,  não só na criação de novas obras, mas também servindo como  “para raios” em meio a essa tempestade imobiliária, entre o seu cliente e o corretor.  Como consultor, neste caso, auxilia na seleção  e escolha de imóveis que necessitam de reforma, apresentados pelo corretor, fazendo uma triagem e levando apenas o que possa interessar, sem perda de tempo para os envolvidos. Isso evita dores de cabeça e encurta caminhos. Deve-se ressaltar que o arquiteto não é um corretor imobiliário, e sim um facilitador, que só realiza este trabalho em parceria com seu cliente, se for solicitado. Um corretor é sempre necessário!

Baseado em conhecimentos técnicos específicos de sua área, e  isento do mercado imobiliário, o objetivo do arquiteto, neste caso,  é  somente visitar imóveis que se coadunem às expectativas. Muitas vezes, o arquiteto de confiança do cliente, só é acionado no final do processo, já com o negócio fechado, e sem tempo de alertar, que talvez  aquela não tenha sida a melhor opção. Paciência!

Com faro apurado para detectar o potencial de um  mal dimensionado, escuro e abafado ‘’antes’ e transformá-lo num arejado, bem iluminado, amplo e aconchegante “depois’’, o objetivo, é poupar  o  cliente   de infindáveis via crucis, desgastes e embustes imobiliários.

Para constatar a viabilidade de um provável projeto de reforma, enfatizando  relação custo x benefício,  esses serviços podem abranger desde análise do entorno, investigando possíveis mudanças urbanísticas –   tanto positivas, quanto negativas –   que podem impactar no preço de mercado e  mesmo no futuro do imóvel,   até a avaliação das condições técnicas tais  como: instalações elétricas, hidráulicas; conforto ambiental –  insolação, ventilação e acústica, bem como a  verificação das condições físicas e estruturais para eventuais alterações de espaços, vislumbrando as várias possibilidades, para pequenas e grandes reformas

Um  exemplo que ilustra bem a situação, é que muitas vezes, o comprador se encanta com um edifício ou uma residência, até mesmo em função da localização, mas não consegue enxergar  suas reais condições de habitação e ou transformação. No caso de um edifício,  dois apartamentos com a mesma área útil, localizados no mesmo pavimento, mas com orientações diferentes em relação ao sol, acabam sendo absolutamente diferentes entre si. Dependendo da escolha, pode ser uma excelente compra, ou um péssimo negócio. Com certeza, aquele com melhor orientação, que usufrui de melhor iluminação natural, além do valor de mercado superior, propicia melhores condições de habitabilidade e conforto térmico. Em contrapartida, dependendo da estação do ano, pode torna-se impossível viver, no mesmo prédio, porém num imóvel na face oposta –  um lugar escuro, úmido e frio, que não recebe luz direta do sol. Trata-se de uma orientação inadequada, podendo ser frio no inverno e quente no verão – as piores condições para quem vai morar. Em muitos casos, infelizmente, essa realidade só é constatada após o negócio fechado e pior, morando no local.

Essa é apenas uma entre várias situações que podem ser evitadas, com uma simples e isenta orientação profissional. Neste contexto o arquiteto pode contribuir de forma decisiva, evitando inúmeros transtornos, conduzindo e orientando com segurança, uma transação, que pode ser para o comprador, o sonho de uma vida inteira.




autor/proposta

josé luiz leone, arquiteto/designer ARQBAR = BAR : balcão+serviço rápido+amigos+ camaradagem+bate papo+ descontração+ circulação de informações+pessoas+ aprendizado+relacionamentos +parcerias+divulgação de trabalhos+ cumplicidade+novidade+ informação+arte+arquitetura+design

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